How St. Michael Helps Us to Live the Lessons of Jesus’ Transfiguration, August 6, 2017

Fr. Roger J. Landry
St. Michael Parish, Fall River
Feast of the Transfiguration of the Lord
Parish Feast of St. Michael
August 5-6, 2017
Dan 7:9-10.13-14, Ps 97, 2 Pet 1:16-19, Mt 17:1-9

 

To listen to an audio recording of today’s homily (in Portuguese), please click below: 

 

The following text in Portuguese guided the homily. An English translation is found underneath the Portuguese text: 

É uma grande alegria para mim estar convosco hoje para celebrar duas grandes festas: a Festa Paroquial de São Miguel e, juntamente com toda a Igreja, a Festa da Transfiguração do Senhor. Gostaria de agradecer numa maneira particular o Pastor desta Paróquia, o Padre Jay Mello, e o Comitê de Membros da Festa por seu gracioso convite para voltar à Diocese de Fall River do meu trabalho diante das Nações Unidas em Nova York para celebrar esta Missa e pregar nesta ocasião duplamente alegre.

A Igreja deseja que os fiéis tenham uma devoção especial para o patrono da sua paróquia. Os paroquianos de São José, por exemplo, devem ter uma veneração particular para a casta esposa da Santíssima Virgem e o pai adotivo de Jesus, os do Espirito Santo devem ter um amor singular para com a Terceira Pessoa da Santíssima Trindade, e os paroquianos aqui devem realmente estar marcados por uma confiança maior na proteção e intercessão de São Miguel Arcanjo, que nos defende na batalha e que è a nossa proteção contra tudo o que Satanás tenta fazer para nos danar. Uma devoção significa que a realidade da nossa fé passou da nossa cabeça ao nosso coração, aos nossos joelhos e às nossas mãos e pés como vivemos o que sabemos, conhecemos e amamos. Os fiéis nesta paróquia devem viver sua existência cristã de uma maneira marcada por um vínculo especial com o Príncipe da Milícia Celeste. E hoje, enquanto entramos nas lições que aprendemos da cena da Transfiguração do Senhor, podemos ver cinco maneiras pelas quais São Miguel nos ajuda a viver melhor a nossa fé.

A primeira lição é sobre amarmos o Senhor com todas as nossas forças. No Evangelho de hoje, vemos que Jesus levou Pedro, Tiago e João numa montanha muito alta. Ele poderia ter orado com eles em qualquer lugar, mas queria levá-los numa caminhada extenuante, numa viagem de várias horas ao subirem. Na cima da montanha, Jesus conversou com Moisés, que várias vezes subiu ao Monte Sinai, e Elias, que subiu ao Monte Horeb e ao Monte Carmelo, para se encontrarem com Deus. Ao ter seus três apóstolos escalarem uma montanha com ele para orarem, Jesus estava a ensinar-lhes que muitas vezes a fé exige um grande esforço. Muitas vezes preferimos descer em vez de subir. O diabo tenta-nos de não fazer nenhum esforço para crescer na fé. Ele quer que pensemos que já amamos suficientemente a Deus, que já amamos adequadamente o nosso vizinho, e, portanto, que podemos relaxar e permanecer exatamente onde estamos. Ele quer nos convencer a nos contentarmos com a oração de vez em quando, a vir à missa somente quando não temos outros compromissos importantes, a dar “algo” em esmola em vez de verdadeiramente sacrificar. São Miguel defende-nos contra essas tentações diabólicas e intercede por nós para que possamos fazer o esforço necessário para acompanhar e seguir o Senhor, mesmo quando Jesus nos desafia a escalar montanhas que preferíamos não subir. Dois dos mais famosos santuários de São Miguel no mundo ficam adequadamente nas montanhas, o famoso Mont Saint Michel na França e o Monte Sant’Angelo na Itália. Eles mostram-nos que São Miguel quer nos ajudar a todos nós a escalar com fé à Jerusalém celestial, e aqueles com devoção a ele devem ser marcados pelos seus esforços, mesmo pelo heroísmo, na jornada ascendente da vida cristã.

A segunda lição é reconhecermos quem é realmente o Senhor Jesus. Na cimeira da montanha, os três apóstolos viram o rosto de Jesus resplandecente como o sol e as suas roupas deslumbrantemente brancas. Eles viram aparecer a divindade de Jesus através da sua roupa e até mesmo da sua humanidade. Jesus queria que eles vejam quem ele realmente é, para que eles não perdessem a fé quando o olhariam transfigurado pelo sangue. Da mesma forma, é crucial para nós reconhecer a divindade de Jesus: que ele é diferente de todos que já viveram, que ele é de fato Deus, e que nunca devemos tomar como certo o nosso relacionamento com ele ou colocar alguém ou qualquer coisa acima dele. O Satanás quer impedir que reconheçamos a divindade de Jesus. E se ele não pode nos evitar a saber que Jesus é o Senhor, ele pelo menos quer nos afastarmos da santidade de Deus, tentando fazer-nos acreditar que sejamos indignos mesmo de estar na presença de Deus. São Miguel quer nos ajudar a reconhecer quem verdaderamente é Jesus e a responder adequadamente. Jesus normalmente esconde a sua divindade de nós e hoje em dia esconde até sua humanidade. Na Eucaristia, ele é transfigurado com a humildade, vindo a nós sob as aparências do pão ázimo e do vinho. Mas no altar e no tabernáculo encontramos o mesmo Jesus que foi transfigurado diante de Pedro, Tiago, João, Moisés e Elias. Estou convencido de que, se os católicos reconhecessem verdadeiramente a divindade de Jesus na Eucaristia, se eles soubessem que a Eucaristia é realmente Jesus, então eles nunca perderiam a Missa voluntariamente, porque como não se pode escolher a estar com Deus? Eles prioritazariam também o tempo com Jesus na adoração, na qual eles poderiam repetir as palavras de Pedro a Jesus, “Senhor, como é bom estarmos aqui!,” e construiriam uma tenda para Jesus na vida por vir regularmente para estar com ele. São Miguel quer ajudar aos paroquianos confiados a ele a reconhecerem a divindade de Jesus e a virem adorá-lo e recebê-lo bem.

Terceiro, São Miguel ajuda-nos a ouvir Jesus. Como vemos no Evangelho de hoje, Deus Pai falou da nuvem dizendo: “Este é o meu Filho muito amado no qual pus toda a minha complacência. Escutai-o.” Este comando de Deus é bastante estranho. O que faziam Pedro, Tiago e João durante os dois anos anteriores senão ouvirem Jesus? Eles ouviram-no pregar nas sinagogas e na área do Templo, nos lados das montanhas e nas planícies gramíneas, dos barcos, nas casas e ao longo das suas longas jornadas. Eles ouviram o seu Sermão da Montanha e muitas das suas parábolas. Eles ouviram-no quase continuamente. Mas Deus Pai sabia que eles o ouviam apenas seletivamente, e eles eram particularmente surdos ao ouvir as suas palavras difíceis sobre a sua próxima morte na Cruz. É por isso que Deus Pai lhes deu a ordem a escutar o Seu Filho. O diabo, da mesma forma, quer nos impedir de ouvir Jesus. Ele quer arrancar a semente da Palavra de Deus do solo do nosso coração antes que ela possa dar frutos (Mt 13:19). O Satanás não quer que nos lembremos do que Jesus ensina e certamente não quer que vivamos pela Palavra de Deus. São Miguel deseja, por outro lado, nos ajudar a ouvir a palavra de Deus como uma palavra para ser feita. Ele quer nos ajudar a tornar-nos fazedores da palavra. Ele deseja nos ajudar, como Maria, a dizer: “Faça-se de mim segundo a Palavra” de Deus. O Arcanjo quer nos ajudar a ouvir atentamente a Missa e pôr o que ouvimos na prática. Ele quer nos inspirar para ler e rezar com a Bíblia em casa — leva apenas 12 minutos por dia para ler toda a Bíblia dentro de um ano — para que, nas nossas tentações, possamos vencer o diabo pela palavra de Deus, tal como Jesus o fez no deserto (Mt 4:1-11). E os paroquianos de São Miguel, com a sua ajuda, devem ser exemplos para todos os católicos de como escutar bem a Jesus e de como responder plenamente.

A quarta lição é sobre os nossos medos. Quando Pedro, Tiago e João ouviram a voz de Deus Pai, caíram de rosto por terra e assustaram-se muito. Jesus aproximou-se, tocou-os e disse: “Levantai-vos e não temais.” O diabo sempre tenta nos ter medo de Deus, a tratá-lo como se ele fosse um Deus zangado e malvado, como se não pudesse esperar a nos punir para os nossos pecados agora e para sempre. O Satanás quer que pensemos que Deus odeia os nossos pecados ainda mais do que Ele ama nós pecadores. Mesmo quando as coisas boas nos acontecerem, a Diabo quer que fujamos de Deus por causa do medo da nossa indignidade. E quando começamos a temer de Deus, começamos a ser comidos vivos por tantos outros medos, porque se o nosso relacionamento com Deus é baseado no medo, estaremos inseguros em tudo. São Miguel ajuda-nos a lutar contra essas tentações em relação ao medo e a viver pelas palavras de Jesus: “Levantai-vos e não temais.” Jesus quer nos levantar, neste mundo e para sempre. Ele quer nos ajudar a viver corajosamente pelo poder da sua ressurreição. Se a crucificação não pudesse nem mantê-lo morto no túmulo, então por que teríamos medo de qualquer coisa? Por que teríamos medo se as pessoas nos zombarem de viver a fé católica? Por que temeríamos mesmo do martírio? São Miguel ajuda-nos a todos a viver com Jesus ressuscitado sem o medo, e os paroquianos de São Miguel devem ser exemplos desta forma da coragem santa.

A quinta e última lição é sobre compartilharmos a nossa fé. No fim da cena da Transfiguração, Jesus disse aos três apóstolos: “Não conteis a ninguém esta visão até o Filho do Homem ressuscitar dos mortos.” Jesus ainda não havia concluído a sua missão e não queria que o que aconteceu na Transfiguração seja uma distração para eles ou para os outros. Mas agora que o Filho do Homem já ressuscitou dos mortos, ele quer que esse mistério e todos os mistérios e ensinamentos da sua vida sejam compartilhados com todos. O diabo quer nos impedir de compartilhar a nossa fé. Se ele não pode evitar completamente que acreditemos em Jesus, ele pelo menos quer que mantenhamos a nossa fé como algo privado e que não a contemos a ninguém. Ele quer que permaneçamos mudos sobre Jesus e sobre a Igreja diante dos nossos amigos e familiares, das pessoas com quem trabalhamos ou vamos para a escola, daqueles nas nossas vizinhanças e na sociedade em geral. O diabo não quer que a nossa fé seja o sal, a luz e o fermento para a nossa cultura. Ele quer que fiquemos em silêncio nos debates públicos quando as pessoas querem promover a imoralidade e forçá-la em todos os outros. São Miguel, por outro lado, está a interceder por nós agora, para que possamos compartilhar corajosamente a nossa fé com os outros. Ele quer nos fazer alegres em compartilhá-la, porque reconhecemos que a nossa fé é o maior presente que podemos dar aos que amamos e aos estranhos, que Jesus tem e é a resposta para as questões mais profundas que têm os seres humanos, que Ele é o remédio contra todos os câncros que afligem as nossas almas. E quando nos esforçamos para compartilhar a fé com os outros, sabemos que São Miguel está presente para nos defender contra as ataques espirituais e para nos ajudar a dar testemunho audaz e persuasivo a Jesus Cristo. Os paroquianos de São Miguel devem fazer este testemunho com uma confiança exemplar na ajuda poderosíssima do seu patrono.

São Miguel ajuda-nos em todas estas cinco maneiras. Ele ajuda-nos a fazer o esforço da fé, a ver e a adorar a Jesus, a ouvir Jesus e a agir segundo as suas palavras, a levantar e não ter medo, e a falar sobre Jesus diante de todos. Estamos tão agradecidos a ele por toda esta assistência. E hoje podemo-lo agradecer por uma coisa demais. Sabemos que o seu nome Mikha’el em hebraico significa: “Quem é como Deus?, Quis ut Deus em latim, palavras que são inscritas em muitas imagens d’Ele. O principal trabalho do Arcanjo em proteger-nos no combate é ajudar-nos a tornar-nos “como Deus,” santo como Deus é santo, misericordioso como Deus é misericordioso, perfeito como o Pai é perfeito. E a maneira na qual ele o faz o melhor é através dos Sacramentos, ajudando-nos a derrotar o diabo pela confissão regular dos nossos pecados e ajudando-nos a vir aqui para receber Jesus, porque é adorarmos e recebermos Jesus com a fé e o amor que melhor nos ajudam a tornar-nos semelhantes a Ele que adoramos e consumimos. Hoje, ao celebrar a Festa da Transfiguração do Senhor e ao agradecer a Deus pelo dom do São Miguel, pedimos ao Príncipe da Milícia Celeste para nos ajudar a centrar as nossas vidas em Jesus na Sagrada Eucaristia e a viver de tal maneira que possamos contemplar com São Miguel e com todos os anjos e santos Deus Pai, Filho e Espírito Santo e junto com eles louvemo-lo, adoremo-lo e amemo-lo para sempre.

An English translation of the homily would be: 

It is a great joy for me to be with you today to celebrate two great feasts: the Parish Feast of St. Michael here in Fall River and, together with the whole Church, the Feast of the Transfiguration of the Lord. I would like to thank in a particular way the Pastor of St. Michael’s Parish, Father Jay Mello, and the Members of the Feast Committee for your gracious invitation to return to the Diocese of Fall River from my work at the United Nations to celebrate this Mass and preach on this doubly joyous occasion.

The Church desires that the faithful of a particular parish have a special devotion to the patron of that parish. The Parishioners of Saint Joseph should have a particular veneration for the chaste spouse of the Blessed Virgin and foster father of Jesus, those of Espirito Santo should have a singular love for the third Person of the Blessed Trinity, and the parishioners here should truly excel in their reliance on the protection and intercession of Saint Michael the Archangel, to defend us in battle, to be our protection against all that Satan tries to do to separate us from God in this world and forever. A devotion means that a reality of our faith has passed from our head, to our heart, to our knees, and to our hands and feet as we live what we have come to know and love. The faithful here at this parish ought to live their Christian existence in a way marked by a special bond with the Prince of the Heavenly Host. And today, as we enter into the lessons we learn from scene of the Transfiguration of the Lord, we can see five ways Saint Michael helps us all live the faith better.

The first lesson is about loving the Lord with all our strength. In today’s Gospel, we see that Jesus took Peter, James and John up a very high mountain. He could have prayed with them anywhere, but he wanted to take them on a strenuous hike, a journey of several hours uphill. At the top of the mountain, Jesus conversed with Moses, who several times climbed up Mount Sinai, and Elijah, who ascended Mount Horeb and Mount Carmel, in order to meet with God. By having his three apostles climb a mountain with him in order to pray, he was teaching them that often faith requires a great effort. Many times we would prefer to go downhill rather than climb uphill. The devil tries to tempt us not to make any effort to grow in faith. He wants us to think that we already love God enough, that we already love our neighbor enough, and therefore that we can relax and stay right where we are. He wants to convince us to be content with praying every once in a while, to be satisfied coming to Mass only when we have no other commitments, to be proud of ourselves for giving “something” rather than truly sacrificing. Saint Michael defends us against these diabolical temptations and intercedes for us that we may make the effort to accompany and follow the Lord, even when Jesus challenges us to climb mountains that we would rather not hike. Two of the most famous shrines to Saint Michael in the world are fittingly on mountains, the famous Mont Saint Michel in France and Monte Sant’Angelo in Italy. They show us that St. Michael wants to help us all make the climb of faith to the heavenly Jerusalem, and those with a devotion to him should be marked by their efforts, even heroism, in the upward journey of faith.

The second lesson is recognizing who the Lord Jesus really is. At the top of the mountain, the three apostles saw Jesus’ face become radiant like the sun and his clothes become dazzlingly white. They beheld Jesus’ divinity appearing through his clothes and even through his humanity. Jesus wanted them to see who he really was so that they wouldn’t lose faith when they would look on him transfigured in blood. Similarly, it’s crucial for us to recognize the divinity of Jesus, that he is unlike anyone who has ever lived, that he is indeed God, and that we should never take our relationship with him for granted or place anyone or anything above him. Satan wants to prevent us from recognizing Jesus’ divinity. And if he cannot help us from acknowledging that Jesus is Lord, he at least wants to scare us away from God’s holiness, trying to get us to think that we are too unworthy to be in God’s presence. Saint Michael wants to help us to recognize who Jesus really is and to respond to him appropriately. Jesus normally conceals his divinity from us and now conceals even his humanity. In the Eucharist, he is transfigured in humility, coming to us under the appearances of unleavened bread and wine. But on the altar and in the tabernacle we meet the same Jesus who was transfigured before Peter, James, John, Moses and Elijah. I’m convinced that if Catholics truly recognized Jesus’ divinity in the Eucharist, if they knew that the Eucharist really is Jesus, then they would never voluntarily miss Mass, because how can one not jump at the opportunity to be with God? They would prioritize time with Jesus in adoration, in which they would repeated Peter’s words to Jesus, “It is good that we are here,” and build a booth for Jesus in the life by coming regularly to be with him. St. Michael wants to help parishioners entrusted to him to recognize Jesus’ divinity and come to adore and receive him.

Third, Saint Michael helps us to listen to Jesus. As we see in today’s Gospel, God the Father spoke from the cloud saying, “This is my beloved Son with whom I am well pleased. Listen to him.” This command of God is rather strange. What had Peter, James and John been doing for the previous two years but listening to Jesus? They had been hearing him preach in the synagogues and in the Temple area, on mountain sides and grassy plains, from boats, in houses, and along their lengthy journeys. They had listened to the Sermon on the Mount and many parables. They had been hearing him continually. But God the Father knew that they were only selectively listening, and they were particularly tone deaf to Jesus’ difficult words about his upcoming death on the Cross. And that’s why he spoke. The devil wants to prevent us from listening to Jesus. He wants to snatch away the seed of the Word of God from the soil of our heart before it can bear fruit. He doesn’t want us to remember what Jesus teaches and certainly does not want us to live by God’s word. St. Michael wants, on the other hand, to help us listen to God’s word as a word to be done. He wants to help us to become doers of the word. He wants to help us, like Mary, to say, “let it be done to me according to [God’s] word.” He wants to help us listen attentively at Mass and put what we hear into practice. He wants to inspire us prayerfully to read the Bible at home — it takes only 12 minutes a day to read the whole Bible within a year — so that in our temptations we might be able to defeat the devil by the word of God just like Jesus was able to do in the desert. And the parishioners of St. Michael should be examples for all Catholics of how to do this.

The fourth lesson is about our fears. When Peter, James and John heard the voice of God the Father, they fell prostrate and were very much afraid. Jesus came, touched them, and said, “Rise, and do not be afraid.” The devil always tries to make us afraid of God, to get us to treat him as if he is an angry and mean God, as if he cannot wait to punish us from our sins and send us to Hell forever. He wants to get us to think that God hates our sins even more than he loves us sinners. Even when good things happen to us, he wants us to flee in fear because of our unworthiness. And when we begin to fear God, we begin to be eaten alive by so many other fears, for if our relationship with God is based on fear, we’ll be insecure about everything. St. Michael helps us to fight against these temptations toward fear and to live by Jesus’ words, “Rise and do not be afraid.” Jesus wants to lift us up, in this world and forever. He wants to help us to live boldly by the power of his resurrection. If crucifixion couldn’t even keep him dead in the tomb, then why should we be afraid of anything? Why should we be afraid if people mock us for living the Catholic faith? Why should we be afraid even of martyrdom? St. Michael helps us all to live with the risen Jesus without fear, and parishioners of St. Michael should be examples for all of this type of holy courage.

The fifth and last lesson is about sharing our faith. At the end of the scene of the Transfiguration, Jesus told the three apostles, “Do not tell the vision to anyone until the Son of Man has been raised from the dead.” Jesus had not yet accomplished his mission and he didn’t want what happened to him on the mountain to be a distraction to them or to others. But now that the Son of Man has risen from the dead, he wants that mystery and all the mysteries and teachings of his life shared with everyone. The devil wants to stop us from sharing our faith. If he can’t prevent us from believing altogether, he at least wants us to keep our faith private and not to tell anyone. He wants us to remain mute about Jesus and the Church before our friends and family members, those we work or go to school with, with those in our neighborhoods and in the larger society. The devil does not want our faith to be salt, light and leaven for our culture. He wants us to stay silent out of fear in public debates when people want to promote immorality and force it on everyone else. St. Michael, on the other hand, is interceding for us now so that we might boldly share our faith with others. He wants to make us joyful to share it, because we recognize that our faith is the greatest gift that we could give to those we love or share even with strangers, that Jesus has and is the answer to the deepest questions human beings have, that he is the medicine to the various cancers that afflict our souls. And as we strive to share the faith with others, and the devil tries to impede us, we know that St. Michael is present to defend us. St. Michael wants to help all of us to give bold and beautiful witness to Jesus Christ, and the parishioners of St. Michael should do so with exemplary confidence in the power of the Archangel’s help.

St. Michael helps us in all five of these ways. He helps us make the effort of faith. He helps us to see and adore Jesus. He helps us to listen to him and act on Jesus’ words. He helps us to rise and not be afraid. And he helps us speak about Jesus to everyone. And we are so grateful to him for all of this help. And today we thank him for one last thing. We know that his name Mikha’el in Hebrew means, “Who is like God?,” Quis ut Deus in Latin, which you have inscribed here in this Church. His chief work in defending us in battle from the evil one is to help make us like God, to become holy as God is holy, merciful as God is merciful, perfect as the Father is perfect. And the way he does that best is through the Sacraments, by helping us defeat the devil by regular confession of our sins and by helping us to come here to be able worthily to receive Jesus, because it’s by adoring and receiving Jesus with faith and love that we are best helped to become like the One we adore and consume. Today as we celebrate the Feast of the Transfiguration of the Lord and thank God for the gift of Saint Michael, we ask Saint Michael to help us to center our lives on Jesus in the Holy Eucharist and live in such a way that we may behold St. Michael and all the angels and saints in eternity and together with them praise, adore and love God Father, Son and Holy Spirit forever.

The readings for today’s Mass were: 

Reading 1 DN 7:9-10, 13-14

As I watched:

Thrones were set up
and the Ancient One took his throne.
His clothing was bright as snow,
and the hair on his head as white as wool;
his throne was flames of fire,
with wheels of burning fire.
A surging stream of fire
flowed out from where he sat;
Thousands upon thousands were ministering to him,
and myriads upon myriads attended him.
The court was convened and the books were opened.

As the visions during the night continued, I saw:

One like a Son of man coming,
on the clouds of heaven;
When he reached the Ancient One
and was presented before him,
The one like a Son of man received dominion, glory, and kingship;
all peoples, nations, and languages serve him.
His dominion is an everlasting dominion
that shall not be taken away,
his kingship shall not be destroyed.

Responsorial Psalm PS 97:1-2, 5-6, 9

R. (1a and 9a) The Lord is king, the Most High over all the earth.
The LORD is king; let the earth rejoice;
let the many islands be glad.
Clouds and darkness are round about him,
justice and judgment are the foundation of his throne.
R. The Lord is king, the Most High over all the earth.
The mountains melt like wax before the LORD,
before the LORD of all the earth.
The heavens proclaim his justice,
and all peoples see his glory.
R. The Lord is king, the Most High over all the earth.
Because you, O LORD, are the Most High over all the earth,
exalted far above all gods.
R. The Lord is king, the Most High over all the earth.

Reading 2 2 PT 1:16-19

Beloved:
We did not follow cleverly devised myths
when we made known to you
the power and coming of our Lord Jesus Christ,
but we had been eyewitnesses of his majesty.
For he received honor and glory from God the Father
when that unique declaration came to him from the majestic glory,
“This is my Son, my beloved, with whom I am well pleased.”
We ourselves heard this voice come from heaven
while we were with him on the holy mountain.
Moreover, we possess the prophetic message that is altogether reliable.
You will do well to be attentive to it,
as to a lamp shining in a dark place,
until day dawns and the morning star rises in your hearts.

Alleluia MT 17:5C

R. Alleluia, alleluia.
This is my beloved Son, with whom I am well pleased;
listen to him.
R. Alleluia, alleluia.

Gospel MT 17:1-9

Jesus took Peter, James, and his brother, John,
and led them up a high mountain by themselves.
And he was transfigured before them;
his face shone like the sun
and his clothes became white as light.
And behold, Moses and Elijah appeared to them,
conversing with him.
Then Peter said to Jesus in reply,
“Lord, it is good that we are here.
If you wish, I will make three tents here,
one for you, one for Moses, and one for Elijah.”
While he was still speaking, behold,
a bright cloud cast a shadow over them,
then from the cloud came a voice that said,
“This is my beloved Son, with whom I am well pleased;
listen to him.”
When the disciples heard this, they fell prostrate
and were very much afraid.
But Jesus came and touched them, saying,
“Rise, and do not be afraid.”
And when the disciples raised their eyes,
they saw no one else but Jesus alone.

As they were coming down from the mountain,
Jesus charged them,
“Do not tell the vision to anyone
until the Son of Man has been raised from the dead.”